Balança


Na minha época de rebeldia e negação, eu fazia a contagem de carboidratos de uma forma bem “largada”, errada mesmo. Eu usava o adivinhômetro para saber o quanto de determinado alimento eu comia, como por exemplo, quando eu comia batata. Eu olhava para a quantidade no meu prato e pensava: “Ah, devem ter mais ou menos umas 2 batatas médias aí.”. Aham, puro achismo. Fazia a conta utilizando como base as “2 batatas médias”, e duas horas depois, quando eu media a glicemia pós-prandial, lá estava a surpresa: glicemia sempre acima de 200 mg/dL. E o pior é que eu ainda pensava: “Saco! Calculei errado”. Óbvio né! Adivinhômetro e achismo não são balanças!

Por isso, minha mãe comprou para mim uma balança digital que, cá entre nós, é uma super aliada e todos deveriam ter. Ela é extremamente precisa nos valores, não tem como errar. E utilizando como base de cálculo o manual de contagem de carboidratos, é só fazer uma regra de três (conta básica de matemática) para saber quantas gramas de carboidrato vai comer. Ou então pesar na balança a medida da porção indicada na tabela nutricional de determinado alimento.

Um exemplo de facilidade do uso da balança no meu dia a dia é quando vou comer meu café da manhã. Sou super fã de cereais matinais, como Sucrilhos, por exemplo, mas o meu preferido é Nescau Cereal. Para fazer a contagem sigo a tabela nutricional indicada na embalagem do produto, onde uma porção equivalente a 30g contém 24g de carboidratos. E pra ajudar ainda mais, também calculo a medida do leite (100 ml) utilizando aqueles copos medidores que possuem a marcação de várias medidas.

E mais uma vez afirmo: não tem como errar! É claro que não dá pra sair carregando a balança para todo lugar que for, mas na maior parte do tempo eu a utilizo sim, e muito bem ;)


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