Matéria sobre o glicosímetro Cepa GC no jornal Estado de Minas


Eu já havia comentado em uma postagem anterior sobre o glicosímetro CEPA GC, que foi a marca do glicosímetro que ganhou a licitação no estado de MG para ser distribuído aos diabéticos pela Secretaria de Saúde.

O assunto ganhou um enfoque maior com direito a matéria em um jornal de grande circulação no estado: o jornal Estado de Minas.

O título da matéria é: Alerta aos diabéticos: Falha em equipamento ameaça a vida de diabéticos em Minas.

Vergonha alheia. Foi o que senti mais uma vez ao ler a matéria que deixa mais do que claro o risco que este aparelho representa na vida de cada diabético que o utiliza.

Quem tem condições, continua comprando as fitas para glicosímetros confiáveis. Quando digo “quem tem condições”, me refiro ao preço salgado do produto Fitas reagentes para o aparelho Accu-check Active com 50 unidades custam em torno de R$ 100,00. Agora, quem não tem condições de comprar, no mínimo duas caixinhas de fitas, que é a quantidade cedida de fitas pela Secretaria de Saúde, continua usando o aparelho Cepa. Só que, diante de várias reclamações de usuários, já está mais do que comprovado que o dito cujo não é confiável. Então, como proceder? Acho que esta é uma daquelas perguntas que fica sem resposta, pelo menos por enquanto.

Ainda não recebi o Cepa - e olha que estou aguardando desde dezembro de 2012. Mas agora não faz diferença se eu recebê-lo ou não, pelo bem de minha saúde enquanto diabética, não vou usá-lo mesmo.

Quem quiser ler a matéria publicada no jornal no dia 15/06/2013, é só clicar aqui.


Matéria online no site do Estado de Minas

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