RESULTADOS: Accu-chek Active x Cepa GC


Continuo medindo as glicemias nos dois aparelhos glicosímetros que tenho: o Accu-chek Active, o qual eu mesma compro as tiras reagentes e o “famoso” Cepa GC, no qual recebo as tiras reagente da secretaria de saúde.

Minhas principais percepções:

1. De todos os testes que fiz, 100% dos resultados no Cepa GC são superiores aos resultados apresentados no Accu-chek Active.

2. Quando minha glicemia está em níveis normais, os resultados de ambos são mais próximos. Porém, quando o resultado apresentado é próximo a uma hipoglicemia ou hiperglicemia, a diferença se acentua consideravelmente.

Meu medo está em certos casos, como um específico que aconteceu em uma das minhas medidas:

Accu-chek Active: 63 mg/dL
Cepa GC: 82 mg/dL

Ou seja, claramente eu estava passando por uma crise de hipoglicemia, porém não foi o que o Cepa GC me retornou. Neste caso, eu já estava percebendo os sintomas da hipo, então não tive dúvidas quanto ao resultado apresentado pelo Accu-chek Active. Mas e se eu não tivesse o Accu-chek Active?

Por isso é que eu aguardo ansiosamente pela substituição do Cepa CG aqui em minha cidade, Contagem.








Água de quiabo


Estou um pouco atrasada para comentar sobre o assunto, mas mesmo atrasada não poderia deixar de comentá-lo.

No sábado dia 23/11/13, o programa Caldeirão do Huck exibiu no quadro Jovens Inventores, os ganhadores da invenção “Água de quiabo”. Pra falar a verdade, eu não vi o programa, não tenho o hábito de assistir televisão. Porém, no início da semana seguinte ao programa, algumas pessoas me perguntaram se eu havia assistido.

Por curiosidade, assisti ao programa pela internet. O mais interessante em minha opinião, foi ver que este estudo foi realizado por jovens mineiros de 17 anos, que ainda estão no ensino médio. Muito legal isso.

A descoberta consiste no estudo da “baba” liberada pelo quiabo. Nela, existe uma grande concentração de fibras, e isso seria justamente o fator que ajuda a baixar os níveis da glicose no sangue.

Bom, já contei aqui que eu fiz uso, por um bom tempo, da farinha da casca do maracujá, que também tinha função de baixar os níveis glicêmicos. E com toda sinceridade: era muuuuito ruim. Claro que isso é uma opinião minha, porque gosto é pessoal e cada um tem o seu. Mas eu achava um tremendo sacrifício, porque odiava o gosto. Resgatando essa memória, fiquei pensando e imagino que a água de quiabo também não deve ter um gosto nada agradável.

Além do mais, é um paliativo, ou seja, tem efeito momentâneo. É uma abordagem para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares. Mesmo quem optar por esse tipo de “ajuda”, precisa continuar fazendo uso de insulina (DM1), não descuidar da medicação oral (DM2) e continuar o monitoramento constante da glicemia.

Daí eu penso: “Será que vale a pena fazer uso desses tratamentos paliativos, quando o tratamento correto com insulina (no meu caso), dieta e exercícios físicos confia ao diabético uma vida saudável, sem complicações pela doença?”.

Não sei. É apenas a expressão de um pensamento. O meu pensamento. Ainda não tive coragem de experimentar a tal água de quiabo. Mas talvez eu experimente.

De qualquer forma, acho muito válida a iniciativa dos alunos que desenvolveram este projeto. Para assistir ao quadro do programa Caldeirão do Huck, clique aqui.

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