Lentes de contato para diabéticos


Hein? Oba!

Essas foram as duas primeiras “coisas” que pensei ao ler uma matéria contando que o Google (sim, o Google!) vai desenvolver uma lente de contato (super, hiper, mega, ultra, blaster) inteligente que poderá medir a taxa de glicose através da lágrima.

Quanta tecnologia a nosso favor! Minha primeira expressão “hein” veio da pergunta: como uma lente de contato pode ajudar especificamente aos diabéticos?

Já a minha segunda expressão: “oba”, se deve ao fato de que eu já uso lentes de contato há 10 anos e, para mim, lentes de contato é uma das 7 maravilhas do mundo. Por isso não tenho nenhuma dificuldade em relação a lentes de contato. Estou falando isso, porque conheço várias pessoas e amigos próximos que não se dão bem com elas - incomodam, coçam, arde, e por aí vai.

Eu costumo usar minhas lentes de contatos por um período entre 13 e 16 horas por dia. Faz parte de mim. Muito mais do que meu óculos (que eu só uso quando estou em casa).

E como funcionam estas lentes? Segundo o próprio Google, o protótipo dessa lente pode medir a taxa de glicose nas lágrimas a cada segundo. As miniaturas do chip wireless e do monitor de glicose ficam localizadas entre as duas camadas do material que é fabricado as lentes. Outra novidade fica a cargo do dispositivo de LED, que se acenderia para indicar que o nível de glicose recomendado foi ultrapassado. Mas, um passo de cada vez. O LED vem depois.

Agora, imagina poder usar isso a meu favor? Substituindo as picadinhas diárias no dedo por algo que já utilizo constantemente, e que não me traz nenhum incômodo?

Sweet dreams are made of these,
Who am I to disagree?
(Sweet Dreams, Marilyn Manson)

Quiabo e Diabetes


Hoje pela manhã a Sociedade Brasileira de Diabetes se posicionou oficialmente sobre as notícias divulgadas amplamente na mídia, de que a água da baba do quiabo seria uma forma de tratamento ao diabetes.

No texto, que pode ser lido na íntegra clicando aqui, é nítida a preocupação da SBD em relação a esse assunto, e deixam isso bem claro na afirmação: “Esclarecemos que não há qualquer evidência científica para tal uso e que, portanto não o recomendamos”.


Em minha opinião, ao ler essa nota de posicionamento da Sociedade Brasileira de Diabetes, percebi que o grande receio é que os diabéticos (principalmente insulino-dependentes) parem de fazer o tratamento correto, com medicamentos orais e/ou insulina, mantendo uma alimentação saudável e praticando exercícios físicos regulares, para se “automedicar" com a água de quiabo, como se ela fosse a cura para o diabetes: “Embora ainda não curável, o diabetes na atualidade é perfeitamente controlado com medicamentos encontrados gratuitamente em farmácias populares e unidades básicas de saúde”.

Receber via email

Digite seu endereço de email:

Delivered by FeedBurner

Voltar ao topo