15 dias sem o FreeStyle Libre

15 dias depois de tirar o último sensor do FreeStyle Libre ainda tenho as marcas dele no braço.

Esse segundo (e último) sensor que instalei machucou a pele quando foi retirado. O machucado deu até casquinha e isso é um bom sinal de que já está cicatrizando, mas a pele do local ficou bem ressecada e descamando.

Estou sentindo falta da liberdade que ele me proporcionava, mas voltei às várias picadinhas diárias com o Accu-chek Active.

Minhas férias acabaram então essa semana que se passou foi minha primeira semana de volta à realidade e fiquei orgulhosa de mim: durante a semana inteira não tive NENHUMA glicemia alta, controle total da situação. 

Ou seja, por mais que eu sinta falta da tecnologia cada vez mais avançada, dá sim para se controlar com o que temos.

Para monitorar a glicemia sem o Free Style Libre e sem o Enlite da Medtronic (que também não estou recebendo do Governo), é preciso de um número maior de picadinhas, eu faço por volta de 8 por dia. Diferente do FreeStyle Libre, que eu “media” cerca de 35 vezes por dia. 

Eu sei, eu sei, a louca do FreeStyle Libre: eu não conseguia me controlar, afinal o sensor já estava instalado na pele e era preciso apenas encostar o leitor perto dele, eu não gastava nenhuma tira teste então era bem mais prático. Já no caso do glicosímetro convencional, eu sempre penso nas tiras, ainda mais agora que não estou recebendo da secretaria de saúde (eles sempre me dizem que está em processo de compra, mas eu nunca acredito nessa resposta deles), por isso reduzo as medições, não dá para medir a qualquer hora, é preciso mais disciplina. Sempre faço a medição antes e 2 horas depois de cada refeição. 

Assim dá para monitorar direitinho.

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